Nesse prédio, localizado na Avenida Rio Branco, 138 em Santa Maria, Içaci fundou em 1945 o armazém de secos, molhados e especiarias com a razão social CASA UNIÃO. Nesse mesmo local eu nasci no dia 12 de julho de 1947.
quarta-feira, 14 de junho de 2023
EDIFÍCIO MABI
VUVA COM OS BISNETOS
Vuva ao centro rodeada pelos bisnetos, sendo Fábio ainda bebê com menos de um ano no colo e seu irmão Vinicius , acima, à esquerda, com três anos. Depois os irmãos Letícia, ao centro, com dois anos e seu irmão Cristiano com quatro anos.
sábado, 10 de junho de 2023
TESOURA E CHALEIRA
Essa chaleira ganhei de um tio da Talita chamado João Carlos. Ele era irmão de Barnabé Silveira Neto pai da mãe. Deve ter perto de cem anos. Está em meu galpão aqui em Itaara.
No meu fogão campeiro a chaleira do João Carlos e o aparador de grama que Rodolfo Tiuhôfu usava no seu hobby de jardinagem no 116
FOTOS MARCA DA GRANJA DA GLÓRIA
Esse símbolo é a figura de duas letras esse (S) jogadas no braseiro caindo uma sobre a outra. Um (S) representa o nome SANTOS e o outro o nome SILVEIRA.
quinta-feira, 8 de junho de 2023
VASCO, BARNABÉ, VASQUINHO, ICAMOIN E TALITA
Abaixo Barnabé, marido da Vuva, com o filho mais velho Vasquinho que faleceu com 7 anos
Talita à esquerda com o irmão VasquinhoVasco pai da Vuva
Vasco e Barnabé morreram a tiros em um confronto com a família Leão em dia de eleições em Caçapava do Sul. Vuva estava grávida da Talita e já tinha perdido o segundo filho Icamoin. Algum tempo depois perdeu o outro filho, Vasquinho.
MULHERES EXEMPLARES
Da esquerda, Ernestina Diniz (Dona Tina amiga da família), Talita, Sônia, eu, Vuva e sua irmã Gilberta
Talita, eu, Sônia e meu querido tio Rodolfo
SUCV IÇACI
Destaques: sócio efetivo da SUCV desde 2 de fevereiro de 1942. Consta ainda um VISTO para tráfego ferroviário (R.F.R.G.S.) e também, um SALVO CONDUTO de nº 3214 fornecido pela DP Santa Maria, datado de 22/6/1942 (necessário na época da Segunda Guerra Mundial)
terça-feira, 6 de junho de 2023
POESIAS DA GILBERTA
NOSTALGIA
Busquei nas ondas do mar,
Um momento de alegria,
Mas nem as ondas puderam,
Vencer minha nostalgia.
E enquanto as águas barrentas.
Se elevavam em turbilhão,
Mais eu sentia no peito,
O peso da solidão.
Solidão desse mistério,
Que nos fascina e arrebata,
Mormente quando na noite,
Surge a lua cor de prata.
É o quadro mais poético,
Que se pode admirar,
São mil mundos, num só mundo
Mil sonhos e somente o mar.
ENTARDECER
Não vês que a noite vem vindo,
O sol desapareceu
As flores murcharam suas pétalas
E a esperança morreu.
O sereno já prateia
A grama que cobre o chão,
Mal a vista delineia
Os vultos na escuridão.
Mas nem o negro da noite
Apaga nosso passado
E alegra o nosso presente.
Pois todo ser que vagueia,
Numa noite sem luar
Anda em busca de esperança
Que o amor não soube dar.
Quando a solidão oprime
Nem a esperança conforta,
É como regar a planta
Quando a raiz está morta.